Participou como violoncelista de produções fonográficas de Antonio Carlos Jobim, Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, Maria Bethania, Chico Buarque e Milton Nascimento, entre outros, totalizando até hoje atuações em mais de 600 álbuns. Entre eles destacam-se "Infância" e "Música de Sobrevivência", de Egberto Gismonti, gravados em Oslo, Noruega, para a ECM Records, 1992 e 1993. Em 1994, como integrante da Nova Banda de Antonio Carlos Jobim, participou do álbum “Antonio Brasileiro”, vencedor do Grammy. Em 1995 e 1996 gravou em Nova York os álbuns “Smoochy”, e “1996”, ambos de Ryuichi Sakamoto. Em 2001 colaborou com o cantor e compositor Sting em seu álbum/DVD “All this time…” ao vivo na Toscana, Itália. Neste mesmo ano foi agraciado com o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira, pela produção do álbum “Livro”, de Caetano Veloso.
Participou como arranjador de vários álbuns de Antonio Carlos Jobim ("Passarim”, "O Tempo e o Vento", “Tom canta Vinícius”, "Tom Jobim - Inédito" e “Antonio Brasileiro”), Paula Morelenbaum, Ivan Lins, Barão Vermelho, Vanessa da Mata e Skank, entre outros, além do álbum "Piazzollando", este último realizado em homenagem à obra de Astor Piazzolla, no qual Morelenbaum acumulou as funções de regente, violoncelista e produtor. Trabalhou com Marisa Monte e Carlinhos Brown, e escreveu os arranjos para “Titãs - Acústico” álbum que atingiu a vendagem de 1,5 milhão de cópias, apenas no Brasil.
Produziu um total de 56 álbuns, incluindo “Tom canta Vinícius” e "Passarim", ambos de Antonio Carlos Jobim, "Mina d'água do meu canto” de Gal Costa, “Dias de paz”, de Beto Guedes, as trilhas sonoras para os filmes “Central do Brasil”, ”O Quatrilho” , “Tieta do Agreste” e “Orfeu do Carnaval”, e os discos "Circuladô Vivo”, "Fina Estampa", "Fina Estampa ao vivo", “Livro” (agraciado com o Grammy em 1999 como Melhor Disco de World Music), “Prenda Minha” (que atingiu a marca inédita de um milhão de cópias vendidas), “Noites do Norte” (agraciado com o Grammy Latino em 2001), “Noites do Norte ao Vivo, e “A Foreign Sound”, de Caetano Veloso. Produziu também, ao lado de Ryuichi Sakamoto, uma faixa do álbum Red Hot and Rio, (“É preciso Perdoar”, cantada por Cesária Évora e Caetano Veloso), além dos dois álbuns do grupo Morelenbaum2Sakamoto (M2S), “Casa” e “A Day in New York”. Produziu os álbuns “Transparente” e “Concerto de Lisboa”, ambos de Mariza, este último nominado para o Grammy Latino. Co-produziu o álbum “Roberto Carlos e Caetano Veloso e a música de Tom Jobim”
Nos últimos anos, Jaques tem sido um dos arranjadores mais requisitados na indústria fonográfica Brasileira, e tem expandido continuamente sua arte escrevendo arranjos e orquestrações para artistas do ‘além-mar’ como as cantoras Mariza e Dulce Pontes, o compositor Rui Veloso e o grupo Madredeus, todos de Portugal, os grupos japoneses Gontiti e Choro Club, as cantoras caboverdeanas Cesária Évora e Mayra Andrade, o compositor angolano Paulo Flores, o compositor norte-americano David Byrne, a cantora espanhola Clara Montes e o grupo “Presuntos Implicados”, também espanhol, para o qual escreveu e regeu um naipe de cordas em gravação realizada no lendário “Studio Two” de Abbey Road (The Beatles), em Londres.
Dirigiu a Orquestra Petrobrás Sinfônica (OPPS) no Rio de Janeiro, dedicado às obras de Egberto Gismonti e Wagner Tiso, contando com os dois compositores como solistas (2006). Em 2007, foi convidado pelo compositor e pianista cubano Omar Sosa para escrever os arranjos para obras suas e dirigir a Big Band da NDR, Rádio Estatal de Hamburgo, Alemanha, na gravação de seu novo álbum, “Ceremony”. Em 2008, participou do concerto “Afreecanos” de Omar Sosa no SampaJazz.